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30% PRA ELAS, JÁ! UMA LUTA DE TODAS, POR TODAS E PARA TODAS POR MAIS MULHERES NO LEGISLATIVO EM 2022

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Garantir o espaço de participação das mulheres no legislativo é a única forma de tornarmos o cenário político brasileiro mais democrático, representativo e plural. Em um país, onde a sua população é formada por 51% de mulheres, não faz sentido termos cerca de 15% de mulheres eleitas na Câmara dos Deputados e um número ainda menor nas assembleias legislativas, câmaras municipais e no executivo nos Estados.

É preciso repensar o modelo; é preciso ter coragem para provocar mudanças diante de um quadro machista, conservador e manipulado por interesses pessoais e não coletivos.

Estamos amadurecendo a nossa democracia. Somos um país laico, livre e diverso! Mas sabemos que o empoderamento feminino assusta alguns “poderosos”; traz desconforto a outros. O sexo, culturalmente frágil, vem mostrando a sua força e ao longo do tempo, demonstrando uma ampla capacidade de articulação, estratégia e inteligência. Ocupando espaços nas universidades, nos postos de trabalho e também na política.

Mas é preciso mais! E para que isso aconteça, será necessário garantir, por meio de um reforma eleitoral, o espaço devido às mulheres no legislativo brasileiro, que seja, no mínimo de 30% das cadeiras, em todas as esferas.

Infelizmente a “quota” de 30% se faz necessária por ambos aspectos, entre eles o incentivo para as mulheres e a efetiva representatividade do povo, que como dito, as mulheres se faz maioria do eleitorado no país.  E quando dizemos “infelizmente”, é por ver que ainda precise existir esse tipo de estímulo para que as mulheres entendam que a política é sim o seu lugar, assim como qualquer lugar que ela almeje.

Não iremos mudar uma realidade cultural do dia para a noite, serão pequenos atos que farão com que o Brasil amadureça no combate a cultura machista e de acordo com a realidade, teremos que contar com a força da lei, para que através dela, a representatividade real se cumpra.

Trazendo mais dados, no ranking registrado em 2018 por um levantamento feito por uma organização internacional que considera apenas as cadeiras em câmaras baixas e parlamentos unicamerais, que no Brasil corresponde à Câmara dos Deputados, o Brasil ocupa a 152ª posição em representação feminina! O país que vive uma democracia de fato, com sua tamanha pluralidade cultural, ocupar a 152ª posição, não é normal. É claramente uma deficiência que necessita ser suprida por força de lei.

Enquanto aguardamos o legislador avançar, cabe a nós, cidadãos, agentes políticos ou não, incentivar nossas mulheres para que não tenham medo de lutar, para que coloquem sua força e sensibilidade no lugar certo, que é trabalhando em favor da polis, do povo, de todas e todos, afinal, a política é também um substantivo feminino. Vamos juntas e juntos! Por mais MULHERES NA POLITICA, JÁ!

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IULY GARCIA, Graduada em Direito pela ITE – Bauru, Gestora Pública pela UNIVESP, Pós-Graduanda em Direito Eleitoral pelo Instituto Faculeste, formada em Política pelo RenovaBR. Presidente Municipal da JMDB Bauru, Secretária Geral do MDB Bauru e Tesoureira Nacional da JMDB.

BRUNO GABRIEL, formado em administração de empresas, pós-graduado em gestão pública, especialista em gerenciamento de projetos sociais (PMD) e master coach.
Ativista político e filiado ao MDB (desde 2010), atualmente, cumpre a missão como Coordenador Nacional de Núcleos do MDB na gestão do Presidente Nacional Baleia Rossi (Deputado Federal), atua como Vice-presidente Estadual da FUG SP, Presidente Estadual da Juventude do MDB São Paulo (gestão 2013 – 2021), Coordenador Político Regional do MDB no Grande ABCD e Presidente Municipal do MDB em São Bernardo do Campo.

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